sábado, 25 de agosto de 2012

Definição de Serasa:



Serasa significa Centralização de Serviços dos Bancos, e não é uma sigla. A Serasa é uma empresa privada brasileira, que faz análises e pesquisas de informações econômico-financeiros das pessoas, para apoiar decisões de crédito, como empréstimos.
A Serasa foi criada pelos bancos, com o objetivo de centralizar informações, e fazer com que seus custos administrativos diminuíssem e diminuir também a margem de erros sobre as informações para emprestar crédito a pessoas. A Serasa fornece a empresa consultas sobre seus clientes, diretos e indiretos.
A Serasa verifica que os indivíduos constam em seu banco de dados, ou seja, quando uma pessoa deve algum valor para um estabelecimento comercial, a Serasa então inclui a pessoa nessa lista, e é possível então pagar para fazer a consulta nesse banco de dados.
A Serasa então divulga os dados aos seus associados, especialmente os bancos e estabelecimentos comerciais, e caso o nome de um indivíduo seja incluído no banco de dados, apenas após o pagamento da dívida, o banco pode solicitar a exclusão do nome desse banco de dados.

Cobrança – CÓDIGO DEFESA DO CONSUMIDOR.


Cuidados necessários:
Na Cobrança de Débitos , o consumidor inadimplente não será exposto ao 
ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou 
ameaça.
O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do 
indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de 
correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável

Cuidados necessários:
Na Cobrança de Débitos , o consumidor inadimplente não será exposto ao 
ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou 
ameaça.
O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do 
indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de 
correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável.  


Aquele que utilizar, de ameaça coação, constrangimento físico ou moral, 
afirmações falsas, incorretas ou enganosas ou de qualquer outro 
procedimento que exponha o consumidor, injustificavelmente, a ridículo ou 
interfira no seu trabalho, descanso ou lazer, estará sujeito a uma pena de 
detenção de três meses a um ano, e multa, constituindo crime contra as 
relações de consumo, sem prejuízo das demais legislações não específicas 
deste tipo de relação, a conduta tipificada anteriormente.
Cláusula abusiva
São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas 
ao fornecimento de produtos e serviços que:
 Obriguem o consumidor a ressarcir os custos de cobrança de sua 
obrigação, sem que igual direito lhe seja conferido contra o fornecedor.

Ameaça:
Aquele que ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer 
outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto ou grave, estará sujeito à 
pena de detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Coação:
A coação pra viciar (invalidar) a manifestação da vontade, há de ser tal, que 
incuta no coagido fundado temor de dano à sua pessoa, à sua família, ou a 
seus bens, iminente e igual, pelo menos ao receável do ato extorquido.
Não se considera coação a ameaça do exercício normal de um direito.

A coação vicia o ato, ainda que exercida por terceiro. A coação exercida por 
terceiro for previamente conhecida da parte a quem aproveite, responderá 
esta solidariamente com aquele por todas as perdas e danos.
Se à parte prejudicada com a anulação do ato não soube da coação 
exercida por terceiros, só este responderá pelas perdas e danos.

Constrangimento Ilegal:
Aquele que constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou 
depois de lhe haver reduzido, por qualquer outro meio, a capacidade de 
resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda, 
estará sujeito a pena de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.

A Lei deve ser bem compreendido para não se concluir pelo absurdo. O 
constrangimento ou a ameaça que signifiquem exercício regular de direito 
pelo credor são permitidos.
Alias, diz o artigo l00 do código penal que "não se considera coação a 
ameaça de exercício normal de um direito..."
Assim buscar realizar a cobrança extrajudicial sob a ameaça de 
permanecendo o inadimplemento ajuizar a competente ação e, em 
seguimento penhorar bens do devedor, não deixa de ser qualquer ameaça 
mas não está impedida em Lei.
O exercício regular do direito continua a ser ato lícito e exercitável (art. 
160, I, do código cível).

Serviço de proteção ao Crédito – SPC
É uma associação civil, constituída por empresas comerciais que praticam 
venda a crédito, para defesa de interesses comuns. Tem como principal 
função 
fichar clientes maus pagadores, evitando, assim, que seus associados 
fiquem vulneráveis à ação desses elementos.
SPC, também conhecido por SCPC e Seproc.


Disponível em: www.antaresassessoria.com.br













quinta-feira, 23 de agosto de 2012

IPEA aponta a queda do otimismo com a situação econômica

O otimismo das famílias com relação à situação econômica do Brasil caiuem maio em comparação com abril. A informação é do Índice de Expectativas das Famílias (IEF), divulgado nesta terça-feira (12/06) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Enquanto em abril 68,3% das famílias disseram acreditar que o Brasil passaria por melhores momentos nos próximos 12 meses, essa porcentagem caiu para 66,8% em maio. Com relação ao longo prazo (os próximos cinco anos), o otimismo também caiu: de 63,5% em abril para 62% em maio.

A confiança das famílias na situação econômica do País é um dos critérios usados pelo Ipea para medir o otimismo das famílias. Em maio, o índice geral se manteve estável em relação a abril, quando foi registrado o menor nível do ano, com 67 pontos.
O estudo mostrou ainda que a estabilidade é fruto de variações de expectativas entre as regiões do País. A região Centro-Oeste é a mais otimista, com alta de 1,3 ponto no índice em maio, chegando a 79,5. A região Nordeste também teve alta, de 1,5 ponto em maio em relação ao mês anterior, chegando a 65,5. As regiões Sudeste, Sul e Norte tiveram queda nas expectativas, de 0,7, 1,7 e 0,8 ponto, respectivamente. Apesar disso, o Sudeste é o a segunda região mais otimista, com índice de 70,1 em maio.
O IEF é feito mensalmente com pesquisa em 3.810 domicílios, distribuídos por mais de 200 municípios em todos os Estados.
A percepção das famílias sobre suas situações financeiras com relação ao ano anterior foi positiva. Em maio, 77,8% das famílias disseram estar melhor financeiramente hoje do que há um ano. Em abril, a porcentagem era de 75,8%. De acordo com o Ipea, na divisão por classes, os segmentos mais ricos da população são os mais otimistas com relação à situação financeira.
Para o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, André Calixtre, os aumentos reais nos salários podem ser apontados como responsáveis pela estabilidade no otimismo brasileiro e a inflação não teve grande impacto no índice deste mês. "Não é só o emprego, mas o salário do cidadão que está crescendo, na média, acima da inflação. Esses ganhos reais seguram a expectativa da família. Mesmo que você tenha aumento dos preços na magnitude que ele tem sido - que não é uma explosão inflacionária -, como está dentro de uma margem pequena de variação, não contamina (a expectativa)", disse.
Dívidas e contas atrasadas
A maioria das famílias consultadas na pesquisa (53,5%) afirmou não ter dívidas. O valor representa aumento no endividamento das famílias, já que é menor do que o de abril, quando a porcentagem era de 54,6%, sendo que apenas 8,5% das famílias disseram estar muito endividadas em maio. A variação regional, contudo, é grande. No Centro-Oeste, quase 90% das famílias dizem não ter dívidas. Na sequência, vêm Sudeste (65,4%), Sul (47,7%), Nordeste (36%) e Norte (30,3%).
Apesar de alto, o resultado do endividamento no Nordeste é o único que apresentou recuo em relação a abril, quando 29,7% das famílias disseram não ter dívida alguma. Apesar de apresentarem altos índices de endividamento, a minoria das famílias nas regiões Norte (8,7%) e Nordeste (13,2%) disse estar "muito endividado". A maior parte das pessoas, nas duas regiões respondeu que está "mais ou menos" endividados - 41% no Norte e 26,9% no Nordeste. A resposta "pouco endividados" foi dada por 20% das pessoas no Norte e 23,8% no Nordeste.
De acordo com o Ipea, o problema do endividamento atinge principalmente as classes mais ricas, sendo que a faixa salarial mais endividada é o das famílias com mais de 10 salários mínimos, estrato social que tem um peso pequeno na sociedade brasileira. Mesmo assim, o número de famílias pertencente a esse grupo que disse estar muito endividado (10%) não é expressivo, segundo o Ipea.
Também em maio, a maioria das famílias (69%) não possuía contas atrasadas. Do restante, os que possuem dívidas, 15,74% disseram ter condições plenas de quitá-las no mês; 45,93% dizem que vão conseguir quitar parcialmente suas dívidas e 36,48% afirmam não ter condições de quitar plenamente suas dívidas no mês em questão.
O número de famílias que disse que não pretende tomar empréstimos diminuiu em maio com relação às respostas de abril, passando de 92,89% para 91,63%.

Vídeo- Inteligência Emocional


O homem é um ser emocional por natureza e isso é bom, já que as emoções nos ajudam a tomar decisões importantes. Porém, é preciso saber administrá-las, por que descontrolados os sentimentos podem nos fazer agir de forma irresponsável e prejudicial. Como quando não controlamos a raiva e explodimos no trabalho, onde justamente é mais necessário manter o domínio das emoções. Para ressaltar a importância do controle emocional no ambiente profissional, Luciana Ferreira recebe nos estúdios da Jovem Pan Online Vera Martins, consultora em desenvolvimento humano e neurocoaching.

INTELIGENCIA EMOCIONAL- Um enfoque Organizacional


 A Inteligência Emocional ou I.E. aborda o desenvolvimento e aprendizado de habilidades pouco focadas pelas empresas, mas que muito podem contribuir para o desenvolvimento pessoal-organizacional. O domínio das emoções e das reações faz parte do conjunto de aptidões que definem sua Inteligência Emocional. Entretanto, a habilidade de liderança no cenário corporativo assumiu um papel fundamental para o sucesso nos negócios, agravado pelas fragilizações do acirramento da competitividade mercantilista. Destarte, o arquétipo adequando de liderança pode amenizar problemas resultantes da deficiência de Inteligência Emocional em seus colaboradores, trazendo préstimos valiosos para o ambiente de trabalho.
            O ambiente de trabalho deve possibilitar ao gestor e líder, a identificação e manutenção dos elementos essenciais da Inteligência Emocional, como a crítica construtiva que é o controle de sentimentos negativos, em especial coma a raiva, ira e inveja, que podem desarmonizar o ambiente tornando-o contraproducente. Nesse contexto, segundo Weisinger (1997), existem no mínimo três componentes que reúnem aptidões que originam a Inteligência Emocional, sendo: capacidade de perceber, avaliar e expressar corretamente uma emoção; capacidade de gerar ou ter acesso a sentimentos quando eles puderem facilitar a compreensão de si mesmo ou de outrem; capacidade de compreender as emoções e o conhecimento derivados dela; e, capacidade de controlar as próprias emoções para promover o crescimento emocional e intelectual.
Identificar estes elementos é um forte indicativo de que ausência ou deficiência da Inteligência Emocional prejudica o progresso e o sucesso no desenvolvimento do funcionário e da organização, e é inversamente proporcional quanto mais ela exista. A produtividade torna-se bem melhor e a qualidade pode ser sentida tanto no trato das pessoas entre si quanto nos resultados do processo produção. Pessoas equilibradas em suas emoções e em suas atitudes para com as outras tornam a organização "emocionalmente inteligente" e tudo flui melhor no ambiente corporativo. 

O que é sabedoria


Sabedoria

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 prática", ou a habilidade para agir de maneira acertada".Há também o termo "Phronesis" - usado por 
Aristóteles  na obra  Ética a Nicômaco para descrever a "sabedoria."
É um conceito diferente de "inteligência" ou de "esperteza".
Mesmo para "sophia" há conceitos diferentes: muitos fazem distinção entre a "sabedoria
 humana" e a  "sabedoria divina" (teosofia).
Sabedoria humana seria a capacidade que ajuda o homem a identificar seus erros e os da
 sociedade e corrigi-los. Sabedoria divina será provavelmente a capacidade de aprofundar os
 conhecimentos humanos e  elaborar as versões do Divino e questões semelhantes.

[editar]
Sabedoria e relações interpessoais

Desde o início das civilizações, o homem estuda maneiras de se relacionar melhor com o 
meio social A sabedoria é de singular importância para a questão do "tratar as pessoas", 
e por isso o conceito geral  é que, o sábio é aquele que decide corretamente, sempre respeitando
 à moral e oscostumes
Nos últimos tempos, agir com sabedoria é sinônimo de:
  • Respeitar o pensamento alheio
  • Ser gentil para com as pessoas
  • Ser humilde
  • Tratar o outro como gostaria de ser tratado
Todo esse conjunto de idéias, indentificadas para com quem é sábio, ou seja, para com quem
 detém a sabedoria, tem contribuído beneficamente para a evolução moral do ser humano. Grandes
 conquistas efetuaram-se na segunda  metade do século XIX e século XX, como o fim da escravidão,
 a liberdade de religião, a promulgação dos  direitos humanos, a igualdade racial e sexual, etc. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Definição de Conhecimento


Conhecimento é o ato ou efeito de abstrair ideia ou noção de alguma coisa, como por exemplo: conhecimento das leis; conhecimento de um fato (obter informação); conhecimento de um documento; termo de recibo ou nota em que se declara o aceite de um produto ou serviço; saber, instrução ou cabedal científico (homem com grande conhecimento).
O tema "conhecimento" inclui, mas não está limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos que são ou úteis ou verdadeiros. O estudo do conhecimento é a gnoseologia. Hoje existem vários conceitos para esta palavra e é de ampla compreensão que conhecimento é aquilo que se sabe de algo ou alguém. Isso em um conceito menos específico. Contudo, para falar deste tema é indispensável abordar dado e informação.
Dado é um emaranhado de códigos decifráveis ou não. O alfabeto russo, por exemplo, para leigos no idioma, é simplesmente um emaranhado de códigos sem nenhum significado especifico. Algumas letras são simplesmente alguns números invertidos e mais nada. Porém, quando estes códigos até então indecifráveis, passam a ter um significado próprio para aquele que os observa, estabelecendo um processo comunicativo, obtém-se uma informação a partir da decodificação destes dados. Diante disso, podemos até dizer que dado não é somente códigos agrupados, mas também uma base ou uma fonte de absorção de informações. Então, informação seria aquilo que se tem através da decodificação de dados, não podendo existir sem um processo de comunicação. Essas informações adquiridas servem de base para a construção do conhecimento. Segundo esta afirmação, o conhecimento deriva das informações absorvidas.Se constrói conhecimentos nas interações com outras pessoas, com o meio físico e natural. Podemos conceituar conhecimento da seguinte maneira: conhecimento é aquilo que se admite a partir da captação sensitiva sendo assim acumulável a mente humana. Ou seja, é aquilo que o homem absorve de alguma maneira, através de informações que de alguma forma lhe são apresentadas, para um determinado fim ou não. O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade. Tanto o conhecimento como a informação consistem de declarações verdadeiras, mas o conhecimento pode ser considerado informação com um propósito ou uma utilidade.
O conhecimento não pode ser inserido num computador por meio de uma representação, pois neste caso seria reduzido a uma informação. Assim, neste sentido, é absolutamente equivocado falar-se de uma "base de conhecimento" num computador. No máximo, podemos ter uma "base de informação", mas se é possível processá-la no computador e transformar o seu conteúdo, e não apenas a forma, o que nós temos de fato é uma tradicional base de dados.
Associamos informação à semântica. Conhecimento está associado com pragmática, isto é, relaciona-se com alguma coisa existente no "mundo real" do qual temos uma experiência direta.
O conhecimento pode ainda ser aprendido como um processo ou como um produto. Quando nos referimos a uma acumulação de teorias, ideias e conceitos o conhecimento surge como um produto resultante dessas aprendizagens, mas como todo produto é indissociável de um processo, podemos então olhar o conhecimento como uma atividade intelectual através da qual é feita a apreensão de algo exterior à pessoa.
A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: científicaprática e técnica.
Além dos conceitos aristotélico e platônico, o conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias:
Conhecimento sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).
Conhecimento intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica.
Conhecimento vulgar/popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial.
Conhecimento científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.
Conhecimento filosófico: Mais ligado à construção de ideias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.
Conhecimento teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do teólogo é provar a existência de Deus e que os textos bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhe dão sustentação.
Conhecimento intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana. Manifesta-se de maneira concreta quando, por exemplo, tem-se uma epifania.
conhecimento declarativo seria o referente a coisas estáticas, paradas, como por exemplo os conceitos de uma ciência, ou a descrição de um objeto. Um exemplo típico de conhecimento estático é o significado dos termos de classificação de relevo. Ao passo que o conhecimento procedural refere-se às coisas funcionando, como os processos, as transformações das coisas, e também como que deve ser o comportamento de um profissional em uma determinada situação. Um exemplo de conhecimento procedural seria a conduta indicada para um agricultor retirar a licença de um desmatamento que queira fazer em sua propriedade. [1]
Encarando o conhecimento por outro ângulo, temos o conhecimento explícito, o qual especialista consegue formalizar em linguagem facilmente, de forma transmissível e eficaz para outra pessoa. Do outro lado temos o conhecimento tácito (normalmente mais complexo) que seria o “jogo de cintura” que o profissional vai ganhando com a prática de sua profissão. De maneira geral, o especialista costuma não ter noção de seus conhecimentos tácitos, e mesmo quando o têm, costuma não saber como ele funciona e nem a tamanho de sua abrangência.[1]